| Poesias de Mão Branca | | Versos de Giovani Iemini, desde Brasília. 1 > 6 |
| |
Céu azul
A abóbada do
Céu azul e sol
De amarelo
Me liga
Um bobo dado
Ao céu e sol
Sem amargura
Pois amar cura
Todas as sombras
Que sofremos
Debaixo deste
Céu azul
E sol
Último brado do guerreiro
Estou velho e acabado
a próstata implodiu
o cu caiu
e o pau faliu
Corpo inútil e quebrado
sobra a memória
a história
Que merda inglória!
Da Força fui guerreiro
se hoje ando rasteiro
suplico
um combate derradeiro
Não quero ser arrastado
pro banheiro
| | | (1) 2 3 4 5 6 | seguinte >>> | | |
|
|
|
|